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Sessão Pipoca com as crianças


Você se recorda de Emma Thompson como “Nanny McPhee – a babá encantada” em suas desventuras junto aos sete filhos do adorável pai viúvo interpretado por Colin Firth no lançamento de 2005? Passaram-se 5 anos e a babá feiosa e rígida, mas perfeita na medida certa de encantamento e magia volta para enfrentar e ajudar a harmonizar mais uma família.
Desta vez, em “Nanny McPhee e as Lições Mágicas”, a poderosa babá intervém em duas famílias ao mesmo tempo: a de Isabel (vivida por Maggie Gyllenhaal) que precisa cuidar da fazenda sozinha quando o marido vai para a guerra e se vê perdida entre as brigas e desavenças dos seus três filhos e, para completar, dois primos dessas crianças, recém-chegados. Os primos – criados mais ao gosto da aristocracia inglesa – vão passar uns tempos aos cuidados da família e o dia a dia que já era difícil começa a beirar o impossível.Assim, para dar contar do caos, Nanny McPhee é chamada e chega com seu cajado poderoso e suas ordens convencionais a fim de impor disciplina àquelas crianças.


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Ontem,eu e meus alunos de 5º ano assistimos a este filme, para fazermos uma análise de como valores básicos como união, respeito e obediência podem transformar a vida das pessoas.Escolhi este filme pois o mesmo oferece diversão com uma lição moral embutida. É legal notar que, apesar do filme explorar as lições de disciplina e educação pela babá, nada é muito forçado. É uma questão de adequação entre a descontração do filme com um ensinamento divertido.O roteiro procura inquietar a mente das crianças, fornecendo, através das situações mais cômicas, importantes fragmentos que serão resgatados no final, ilustrando aos menores como se “brinca” de ser coerente com o que já foi dito.
Ideal para assistir com a criançada.
O interessante é que minha turma assimilou rapidão o que eu queria que eles prestassem atenção. Notaram que a cada boa ação, uma parte "feia" da babá se transformava. O melhor: entenderam que aquilo era uma analogia (claro que não usaram ainda esta palavra), que mostrava que quando fazemos algo bom, nossa alma se transforma e ficamos mais bonitos, por assim dizer. Perceberam também que os objetivos foram conquistados porque todos se uniram para alcançá-los. Muito bom também foi o saque de entenderem que um pouquinho de obediência não faz mal a ninguém.
Eles adoraram! Acho que se identificaram um pouco com as crianças briguentas, rs.

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